Atendimento Médico


  • Alex Pinheiro Simiqueli de Faria/CRM40729 (Clínica Médica) 
  • Anna Lígia Cabral da Rocha/CRM45289 (Clínica Médica)
  • Catarina Maria N. de Oliveira Sedyama/CRM37190 (Clínica Médica) 
  • Jamil Antônio Abrão El Haddj/CRM26520(Urologia) 
  • Kelly Maria Fonseca/CRM ( Psiquiatra)
  • Tânia Mara Saldanha/CRM18434 ( Clínica Médica) 
  • Victor Atsushi Kasuya Barbosa / CRM 60106 ( Ortopedista)

 

 

Recepcionistas:

 

 

  • Antônio Roberto da Silva 
  • Edilberto da Silva Buonicontro 
  • Luciano Arlindo L. da Silva
  • Winter da Silva

 

 Obs: Horário de marcação de consultas

  • 07:00h: Marcação no balcão às pessoas presente
  • 07:30h: Marcação por telefone (caso as vagas não tenham sido preenchidas)

Informações: 3899-2340/1369

 

***********  ATENÇÃO : Comparecer à consulta com 10 minutos de antecedência para avaliação dos dados vitais pelo técnico de enfermagem  **********************************

 

 

 Ginecologia acesse: www.dsa.ufv.br/interna.php

 

  

Fonoaudiologia

 

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL UNIVERSAL (TANU)

A Lei Federal 12.303, de 02 de agosto de 2010, determina a obrigatoriedade do Teste da Orelhinha em todos os recém-nascidos, com o objetivo de detectar precocemente as doenças auditivas congênitas.

A Divisão de Saúde da UFV, junto a Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários, com o objetivo de aumentar a consciência coletiva para o problema da surdez infantil está realizando o Teste da Orelhinha no setor de Fonoaudiologia.

Trata-se de um teste rápido e indolor, indicado para todos os recém-nascidos, que antecipa o diagnóstico de surdez aumentando as chances de desenvolver a fala na criança.

 

A cada 1.000 recém-nascidos, 3 apresentam algum tipo de perda auditiva (JCIH, 1994). A incidência é alta, quando comparada a outros testes de triagem neonatal como:

  • Fenilcetonúria (teste do pezinho): 1 em 10.000;

  • Hipotireoidismo: 2,5 em 10.000;

  • Anemia falciforme: 2 em 10.000 (NCHAM, 1997).

 

     Entretanto, não basta apenas triar, é imprescindível o acompanhamento dos bebês de risco, com avaliação do comportamento e orientação à família. A triagem auditiva sempre deve ser finalizada com as orientações aos pais sobre o desenvolvimento da audição e da linguagem principalmente nos dois primeiros anos de vida. Estes conhecimentos subsidiarão a família com parâmetros para que procure auxílio caso percebam alguma alteração.

 

  • Lenilda Soares Viana (Fonoaudióloga) marcação de consultas no ramal: 3899-2189